Cheguei a Viena e comecei pela Innere Stadt: caminhei sem pressa pelo Graben até à Stephansdom, subi à torre para ver os telhados coloridos e depois dei a volta pela Ringstrasse — ópera, parlamento, museus e palácios alinhados como cenário. À tarde fui ao Schönbrunn: jardins impecáveis, Gloriette no topo e aquele “ar imperial” que só Viena tem. No dia seguinte, Belvedere para ver o “O Beijo” do Klimt e um café demorado num Kaffeehaus (Sacher/Demel/Central — escolhe um e fica a ver a vida passar).
Gosto de fechar o dia no Prater (roda-gigante e nostalgia) ou num Heuriger em Grinzing: vinho novo, música leve e mesas de madeira. Se for inverno, mercados de Natal e concertos; no verão, passeio pela Ilha do Danúbio.
Dicas minhas
Compra passe do metro/tram (a rede é óptima), reserva com antecedência ópera/concerto, prova um Schnitzel e um Apfelstrudel, e guarda tempo para o Kunsthistorisches/Albertina. Do aeroporto, usa CAT ou S7; a pé pelo centro é como Viena brilha.


















