Em Ubud deixei o relógio abrandar e fui caminhar pelos arrozais. Em Tegalalang o verde desce em escadas, canais do subak a correr e sininhos de bambu ao vento; parei mil vezes para fotos e para ver os agricultores no campo. Também gostei de seguir trilhos entre arrozais perto do centro (tipo o Campuhan Ridge e os caminhos de Kajeng): silêncio, palmeiras e um Bali ainda simples.
Dicas minhas
Ir cedo (menos calor e gente), levar água e chapéu, dar a doação nos portões locais, usar calçado que possa sujar e respeitar as plantações (não pisar os talhões). Para quem quer, há os “swings” com vista dos terraços — fotogénicos e divertidos.









