Punta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta ArenasPunta Arenas

Cheguei a Punta Arenas e senti logo o Estreito de Magalhães a mandar no clima: vento forte, luz oblíqua e barcos no horizonte. Caminhei pela costanera, subi ao Mirador Cerro de la Cruz para ver a cidade às cores e fui ao Museo Nao Victoria ver réplicas das caravelas que cruzaram por aqui. No dia seguinte peguei barco para a Isla Magdalena: pinguins-de-Magalhães por todo lado, experiência simples e inesquecível. Também gosto do passeio a Fuerte Bulnes/Puerto del Hambre e da Reserva Magallanes para um respiro verde.

A cidade vive do porto, logística antártica, petróleo/gás e do turismo que liga Porvenir/Chiloé ao Puerto Natales/Torres del Paine. Para mim, é base perfeita: resolve-se tudo, come-se bem (cordeiro e centolla) e segue-se viagem.

Dicas minhas
Camadas + corta-vento sempre, reserva ferry/tours com antecedência, anda a pé no centro e usa táxi/ride-hailing quando o vento aperta. Se tiveres tempo, estica a Porvenir ou a Puerto Natales — a Patagónia continua ali ao lado.

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